Se você vive de corretagem, já sentiu isso na pele: depender de um único ramo é arriscado. O cliente de auto renova em outra cotação por R$ 50 de diferença, a seguradora gigante bombardeia sua carteira com marketing, e a margem aperta a cada ano.
Mas e se um mesmo cliente que já confia em você pudesse gerar uma renda nova, recorrente, sem você montar estrutura nenhuma?
É exatamente isso que as parcerias para vender plano de saúde resolvem. Elas permitem que você ofereça um produto de alto valor, o plano de saúde empresarial, aproveitando os contatos que você já tem, sem precisar virar especialista no assunto da noite para o dia.
Neste guia, vamos direto ao ponto: o que são essas parcerias, os modelos que existem, quanto dá para ganhar com exemplos reais e como dar o primeiro passo.
Siga conosco e confira!
O que são parcerias para vender plano de saúde
Parcerias para vender plano de saúde são acordos em que um corretor ou uma corretora se une a uma consultoria especializada em benefícios para oferecer planos de saúde, odontológicos e seguro de vida aos seus clientes, sem ter que construir essa operação do zero.
Traduzindo para o dia a dia: imagine que você tem uma corretora forte em seguro de automóvel e residencial. Sua carteira tem 300 clientes, e boa parte deles são donos de empresa ou tomadores de decisão. Você sabe que eles têm ou vão contratar plano de saúde para os funcionários, mas montar um time comercial de saúde, aprender a negociar com operadoras e cuidar da gestão do contrato é um mundo à parte. Em vez de deixar esse dinheiro na mesa, você faz uma parceria com quem já domina isso e passa a oferecer o produto com o nome e a estrutura do parceiro por trás.
O cliente ganha um portfólio mais completo com quem ele já confia. Você ganha uma nova fonte de receita. E o especialista ganha um novo contrato que talvez nunca chegasse até ele. Todo mundo sai no lucro, e você não gastou um centavo montando estrutura.
Por que vale a pena entrar nesse mercado agora
Aqui vale um dado que costuma abrir os olhos de quem só trabalha com ramos elementares: segundo o Ranking de Seguradoras da SINCOR-SP, saúde e vida juntos já representam mais da metade do volume de prêmios que as operadoras pagam às corretoras. Saúde sozinha responde por cerca de 27% desse volume, e vida por perto de 25%. Enquanto isso, auto fica em torno de 22%.
Ou seja, o corretor que ignora saúde está de fora justamente da fatia que mais movimenta dinheiro. E o tamanho do mercado assusta pelo lado bom. Só de empresas com mais de 100 funcionários, o Brasil tem cerca de 140 mil, segundo a Econodata. Some a isso os milhões de pequenas e médias empresas espalhadas pelo país, muitas delas dentro da sua própria rede de contatos.
Tem ainda um detalhe que muda o jogo para quem vive de comissão: o plano de saúde empresarial é uma receita que se renova mês a mês. Diferente de uma apólice de auto que você briga para renovar todo ano, o contrato de saúde bem cuidado permanece, e a sua remuneração acompanha. Um único contrato empresarial pode valer mais, em renda recorrente, do que dezenas de apólices avulsas.
Parceria, co-corretagem e indicação: entenda a diferença
Muita gente usa esses três termos como se fossem a mesma coisa, e aí vem a confusão na hora de fechar o acordo. Cada modelo tem uma lógica e serve a um objetivo. Vamos separar com exemplos.
Parceria de portfólio
É o acordo mais amplo. Duas corretoras se juntam para completar o leque de produtos, cada uma mantendo sua independência.
Exemplo: sua corretora de ramos elementares faz uma parceria com uma consultoria de saúde e passa a oferecer plano empresarial para a base, enquanto continua tocando o seu negócio de sempre. A relação é baseada em confiança e divisão de responsabilidades, sem um formato único obrigatório.
Co-corretagem
Esse é mais formal e regulamentado pela SUSEP. Aqui, dois ou mais corretores atuam juntos na venda de uma mesma apólice e dividem a comissão de forma combinada antes.
Exemplo: uma grande apólice empresarial em que um corretor tem o relacionamento com o cliente e o outro tem a expertise técnica do produto. Os dois assinam a operação e repartem a corretagem. É comum em contratos robustos, onde o conhecimento de mais de um profissional é necessário. Se quiser se aprofundar, vale ler o artigo o que é co-corretagem.
Indicação ou representação
É o modelo mais simples e o de menor barreira. Você indica um cliente para a consultoria especializada, ela assume toda a venda e a gestão, e você recebe uma remuneração por isso. Exemplo: você conhece o dono de uma indústria, faz a ponte com o especialista, e ele cuida de tudo, da cotação ao pós-venda. Você não opera o contrato, mas é remunerado pela indicação. É nesse formato que entra o programa Produtor do Bem, que explicamos mais adiante.
A diferença prática é o quanto você quer se envolver. Na parceria e na co-corretagem você põe a mão na operação. Na indicação, você entrega o relacionamento e deixa o trabalho pesado com quem é especialista.
Como a parceria funciona na prática
Primeiro, você identifica na sua carteira ou na sua rede quem tem empresa e pode contratar ou trocar de plano. Não precisa de prospecção fria, o ouro está nos contatos que você já cultivou. Depois, você faz a ponte com a consultoria parceira, apresentando o cliente.
A partir daí, o especialista assume: cota com as operadoras, monta a proposta, negocia e implanta o plano. Por fim, com o contrato ativo, você passa a receber a sua parte, seja um valor à vista, seja uma remuneração recorrente enquanto o contrato durar.
Lembre-se: em uma boa parceria, o relacionamento continua sendo seu. Você não está entregando o cliente, está agregando um serviço que você não tinha como oferecer sozinho.
Quanto dá para ganhar: exemplos reais
Usando os exemplos do próprio programa Produtor do Bem, os valores abaixo são ilustrativos e variam conforme o contrato, mas mostram a ordem de grandeza.
Exemplo de PME (um escritório de advocacia): Imagine um escritório com 57 vidas no plano, sendo 32 funcionários e 25 dependentes, com ticket médio de R$ 450 por vida. Isso dá uma fatura mensal bruta de R$ 25.650. No modelo do programa para PMEs, a remuneração é um pagamento único equivalente a 100% da primeira fatura líquida de impostos, o que nesse caso representa cerca de R$ 20.520 de uma vez. Por uma indicação.
Exemplo de grande empresa (uma indústria): Agora pense numa indústria com 7.000 vidas, sendo 4 mil funcionários e 3 mil dependentes, ticket médio de R$ 500 e fatura mensal bruta de R$ 3,5 milhões. A comissão de corretagem líquida gira em torno de R$ 140 mil. No modelo do programa para grandes empresas, você recebe 20% dessa comissão líquida no primeiro ano e 10% no segundo. Na prática, isso significa aproximadamente R$ 28 mil por mês no primeiro ano e R$ 14 mil por mês no segundo. Mês após mês.
Percebe por que a frase mais repetida por quem entende desse mercado é “um contrato basta”? Uma única indicação de grande empresa pode significar uma renda mensal por dois anos que muita corretora leva um semestre inteiro de vendas de auto para alcançar.
O que observar antes de escolher um parceiro
Olhe a estrutura real do parceiro. Ele tem time comercial, gestão operacional, BI de dados de saúde e assessoria jurídica, ou vai empurrar o cliente para uma operadora e sumir?
Verifique a transparência da remuneração. Está claro quanto, como e por quanto tempo você recebe, e isso está no papel?
Confirme se você mantém o cliente. Um bom parceiro não usa a indicação para tomar a sua relação. Cheque a reputação e os resultados. Cases de redução de sinistralidade e de reajuste mostram que o especialista entrega de verdade, o que protege o seu nome diante de quem você indicou.
Esse último ponto é mais importante do que parece. Quando você indica alguém, você empresta a sua credibilidade. Se o cliente for bem cuidado, você vira o herói da história. Se for maltratado, a conta sobra para você.
Produtor do Bem: a parceria da Bentec
O Produtor do Bem é o programa que transforma o seu networking em renda passiva, no modelo de indicação que explicamos acima.
Você indica a Bentec como corretora para uma empresa do seu relacionamento, a Bentec assume a gestão completa do plano de saúde, do seguro de vida e do odontológico daquela empresa, e você é remunerado por isso: um valor à vista para contratos de PMEs, ou uma remuneração recorrente por até 24 meses para contratos de grandes empresas.
O que você leva junto é uma corretora inteira trabalhando a seu favor. São áreas de gestão de saúde, BI de dados, time comercial, gestão operacional e técnica, assessoria jurídica e marketing, tudo à disposição para converter e cuidar da empresa que você indicou.
Com mais de 10 anos de mercado, 380 mil vidas administradas e R$ 385 milhões em sinistros gerenciados, a Bentec entra na relação com marca forte e produto forte, o que aumenta a sua chance de fechar. E o melhor: você segue dono do relacionamento com o seu cliente.
Aqui vai um ponto importante: como a Bentec é a corretora responsável pelo contrato, você não precisa ter uma corretora estruturada para participar. Basta ter o relacionamento e fazer a ponte. Executivos com bom networking corporativo também se encaixam.
Comece a transformar seus contatos em renda
No fim das contas, parcerias para vender plano de saúde são a forma mais inteligente de fazer a sua carteira render mais sem multiplicar o seu trabalho. Você diversifica o portfólio, protege o negócio contra a pressão das grandes seguradoras e ganha uma receita que se renova, tudo aproveitando relacionamentos que você já construiu.
Se você quer dar esse passo e entender quanto os seus contatos podem gerar através de parcerias para vender plano de saúde, fale com a Bentec pelo WhatsApp e conheça o Produtor do Bem.
E para vender mais em todos os ramos, aproveite também o nosso guia para a sua corretora de seguros vender mais!
Perguntas frequentes sobre parcerias para vender plano de saúde
O que são parcerias para vender plano de saúde?
São acordos em que um corretor se une a uma consultoria especializada em benefícios para oferecer planos de saúde, odontológicos e seguro de vida aos seus clientes, aproveitando a estrutura do parceiro em vez de montar a própria operação. O corretor amplia o portfólio e ganha uma nova fonte de receita.
Qual a diferença entre parceria e co-corretagem?
Parceria é um acordo amplo para ampliar o portfólio, com cada corretora mantendo sua independência. Co-corretagem é uma prática formal, regulamentada pela SUSEP, em que dois corretores atuam na mesma apólice e dividem a comissão previamente combinada. A parceria é mais flexível; a co-corretagem é mais formal.
Preciso ser corretor registrado para indicar um plano de saúde?
No modelo de indicação, como o Produtor do Bem, a corretora especializada é a responsável formal pelo contrato, o que reduz a barreira de entrada. Isso permite que até executivos com bom networking participem sem ter uma corretora própria. Para dúvidas específicas sobre a sua situação, o ideal é confirmar diretamente com o parceiro.
Como funciona a renda passiva na venda de plano de saúde?
O plano de saúde empresarial gera comissão que se renova enquanto o contrato existe. Em vez de brigar por renovações anuais como no seguro de auto, o corretor recebe de forma recorrente. Um único contrato empresarial pode gerar renda por meses ou anos.
Eu perco o meu cliente ao indicar um parceiro?
Em uma boa parceria, não. O relacionamento continua sendo seu. A ideia é agregar um serviço que você não conseguia oferecer sozinho, e não transferir a sua relação com o cliente para o parceiro.
Quanto dá para ganhar com uma indicação?
Depende do porte da empresa e do contrato. Nos exemplos do programa Produtor do Bem, uma PME de 57 vidas pode gerar cerca de R$ 20 mil em pagamento único, e uma grande indústria de 7.000 vidas pode gerar remuneração mensal na casa das dezenas de milhares de reais no primeiro ano. Os valores são ilustrativos e variam conforme o contrato.
